Um apartamento de 126,40 m² com três suítes não se explica com uma foto por vez. O comprador quer saber outras coisas: se a cozinha é aberta para a sala, se a visita passa pela área íntima para chegar ao lavabo, onde fica o closet da suíte master. São perguntas sobre como os ambientes se ligam, e é exatamente isso que o tour 360° do decorado pode responder, desde que o cliente não se perca no caminho.

No tour do Grand’Oro Vila Barth, que a gm360 desenvolveu para a Chitolina Imobiliária no lançamento da Skyline Incorporadora em Itapetininga, a navegação foi pensada como argumento de venda. São nove ambientes e 23 pontos de vista no decorado, com quatro jeitos complementares de andar por eles. Explicamos cada um e, principalmente, por que ele está lá.

Um tour em que o cliente se perde não vende

Todo mundo já abriu um tour em que clica numa seta no chão e cai num cômodo que não esperava. Dois cliques depois, já não sabe se está no quarto do casal ou no de hóspedes, e fecha a aba.

Para quem avalia um imóvel, essa confusão tem custo direto: a planta deixa de fazer sentido. O cliente viu a cozinha e a suíte, mas não entendeu por onde se passa de uma à outra. A pergunta que ele leva ao corretor, quando leva, é a que o tour deveria ter respondido.

Por isso, no Grand’Oro, cada camada de navegação responde a uma dúvida do visitante: para onde vou, onde estou, o que mais tem aqui e o que isso significa.

Pontos dourados nas passagens: para onde vou

Em cada porta e passagem do decorado há um ponto dourado com um anel que pulsa. No computador, ao passar o mouse, aparece o aviso “Seguir para” com o nome do ambiente de destino, como “Sala de estar” ou “Cozinha · Ilha”. Um clique no ponto ou no próprio aviso leva até lá.

O porquê é simples: o cliente sabe para onde vai antes de clicar, e cada troca de cômodo reforça o mapa mental do apartamento.

No celular não existe “passar o mouse”, então o comportamento muda. Ao lado de cada ponto fica uma etiqueta curta com a abreviação do ambiente (“Estar”, “Cozinha”, “Master”). O primeiro toque mostra o destino completo; o segundo navega. Tocar fora fecha o aviso. Assim, um dedo que só queria girar a imagem não leva o cliente para outro cômodo sem querer.

As setas no piso, padrão do Panotour (o programa em que o tour é montado), continuam ligadas e foram recoloridas no dourado da marca. A Chitolina quis as duas formas juntas, e faz sentido: quem já está acostumado a tours procura a seta no chão; quem nunca usou um entende melhor um ponto que diz o nome do lugar.

Três telas do tour do decorado Grand'Oro Vila Barth no celular, com os pontos dourados e as etiquetas com o nome abreviado de cada ambiente
No celular · etiqueta com o ambiente, 1º toque mostra, 2º navega

Arrastar nunca trava

Um detalhe que o visitante só notaria se faltasse: começar a arrastar em cima de um ponto ou de um aviso gira o panorama normalmente. Na primeira versão, o aviso aberto prendia o dedo e, no celular, o giro travava. Refizemos a interação: o toque rápido conta como clique, o arrasto continua sendo arrasto, e um toque no ponto nunca dispara junto a seta do piso para outro destino. A decisão ficou documentada no projeto, para repetirmos o padrão em outros tours.

Planta com cone de visão: onde estou

O botão “Planta” abre o desenho do apartamento, com o título “126 m² · 3 suítes”. Um marcador mostra onde está a câmera e um cone indica para onde o cliente está olhando. Quando ele gira a imagem, o cone gira junto.

É a camada que liga o 360° ao que o comprador já viu no book e no site. Parado no jantar, ele vê na planta para que lado do apartamento está olhando; ao virar para a circulação, entende que dali se chega ao hall íntimo e às suítes. A planta também é atalho: tocar no nome de um ambiente ou num ponto de câmera leva direto para lá.

No computador, a planta abre como uma gaveta à direita; no celular, sobe da parte de baixo da tela e aceita pinça ou duplo toque para ampliar. Ela leva a indicação “Planta ilustrativa · sem escala”: serve para orientar, e as medidas continuam no material de vendas.

Planta interativa aberta ao lado do panorama no tour do Grand'Oro Vila Barth, com o marcador da posição da câmera e o cone de visão indicando a direção do olhar
Planta interativa · posição da câmera e cone de visão

A planta interativa já vinha funcionando em outros decorados que fotografamos, como o do Haus Residence Club. No Grand’Oro, o cone de visão acrescenta a direção do olhar, que é o que faltava para o cliente se orientar sem pensar.

Galeria de ambientes: o que mais tem aqui

No rodapé fica uma faixa com uma miniatura por ambiente: jantar, estar, cozinha, área de serviço, lavabo, hall íntimo e as três suítes. Quando o ambiente tem mais de um ponto de vista, os ângulos se expandem ao lado da miniatura ativa. A suíte master, por exemplo, abre em quarto, penteadeira, cabeceira, closet, banho e ducha.

Para o cliente apressado, a galeria é um índice: ele vai direto ao que interessa. Para o curioso, é a prova de que nada ficou de fora, porque um ambiente que falta vira dúvida. No computador, um bloco “Você está em” mostra o nome do ambiente e uma frase sobre ele.

Um botão ao lado da planta minimiza a faixa e libera a tela para o panorama. Minimizado, ele pulsa em dourado, para o cliente lembrar que pode trazer a galeria de volta.

Galeria de ambientes no rodapé do tour do decorado, com as miniaturas dos cômodos e os ângulos do ambiente ativo expandidos ao lado
Galeria de ambientes · ângulos do ambiente ativo

Pontos de informação: o que isso significa

Além dos pontos de navegação, alguns ambientes têm um ponto de informação, marcado como “Detalhe”. Ele não troca de cena: abre um texto curto que conta a planta enquanto o cliente olha para ela.

No jantar, o texto explica o living integrado. Na cozinha, a ilha em pedra que serve de bancada de refeições. No hall íntimo, a circulação que separa o social do íntimo e distribui as suítes. No lavabo, a posição junto ao hall de entrada, para receber visitas sem atravessar a área dos quartos. Na master, o conjunto de quarto, closet e banho.

É o argumento do corretor dito no lugar certo, na hora em que o cliente está vendo aquilo. Os mesmos textos existem na versão em inglês do tour.

Ponto de informação aberto no tour do Grand'Oro Vila Barth, com o título e o texto que explicam a planta do ambiente
Ponto de informação · a planta explicada no ambiente

Cada ponto de vista do tour tem um endereço próprio. Com o parâmetro ?cena= no link, o tour abre naquele ambiente logo depois da tela de abertura; este link, por exemplo, leva ao quarto da suíte master.

Na prática, o corretor responde no WhatsApp “olha a suíte master” com um link que cai na suíte, e não na entrada do apartamento. É mais rápido e mais preciso do que “abre o tour e vai até o fundo do corredor”.

O link também pode carregar quem mandou. No tour do decorado do Portobelo Residencial, cada corretor da Chitolina tem o seu: o cliente que abre por ele vê a foto do corretor e fala com ele pelo formulário do próprio tour.

O tour do Grand’Oro também tem o plantão de vendas e uma vista aérea 360° do empreendimento, assunto de outro post. E o caminho do cliente entre site, tour e página do decorado, com cada contato medido, também ganha um texto próprio.

O que pedir no tour do seu decorado

Se você está contratando o tour de um lançamento, leve esta lista para a conversa:

  • Destino visível antes do clique. Cada passagem precisa dizer para onde leva, no computador e no celular.
  • Comportamento próprio para o celular. Etiqueta com o nome do ambiente e confirmação antes de trocar de cômodo, para evitar saltos por engano.
  • Arrasto livre. Girar a imagem tem que funcionar mesmo começando em cima de um marcador.
  • Planta que acompanha o olhar. Posição da câmera e direção da vista, com atalho para cada ambiente.
  • Galeria completa. Todos os ambientes, com os ângulos extras dos cômodos principais, e um jeito de esconder a faixa.
  • Textos que contam a planta. Poucos, curtos e no ambiente certo, escritos a partir do material de vendas.
  • Link direto por ambiente. Para o corretor mandar exatamente o que o cliente perguntou.
  • Interface com a marca do empreendimento. Cores, fontes e logos da campanha, não de um visualizador genérico.

Para ver tudo isso funcionando, abra o case do Grand’Oro Vila Barth. O resumo do serviço está na página de tour virtual para decorados. Para orçar, mande o nome do empreendimento, a planta ou a metragem e a data prevista para o decorado ficar pronto: o tour é publicado em até 7 dias úteis depois da captura.