Muito restaurante confirma as mesas no WhatsApp. Não há sistema de reservas, há uma pessoa da equipe que responde. O problema é a conversa que começa com “oi, tem mesa?” e precisa de cinco mensagens para chegar a quantas pessoas, que dia, que horas e onde.

No tour do Quintal Iwasa’i, bar e restaurante na Vila Nova, em Itapetininga (SP), essa conversa já começa completa. O cliente passeia pela casa, escolhe o ambiente que quer, preenche um formulário curto e o tour abre o WhatsApp do restaurante com a mensagem pronta. Explicamos como o formulário funciona, o que a equipe recebe e o que esse modelo não faz. O que mais entra num tour de restaurante está no guia de tour virtual para restaurante.

Quatro portas para a mesma reserva

O cliente chega ao formulário de onde estiver:

  • Na barra do alto. O botão Reservar fica visível em todas as cenas. No celular, vira um botão “Reservar mesa” flutuando sobre o panorama.
  • No cartão do ambiente. Cada cena tem um cartão com o nome e uma frase sobre o lugar, e o botão “Quero uma mesa aqui”. Ele abre a reserva com aquela área já marcada.
  • Nos pontos de informação. Na fachada, no quintal e no Salão Galeria, o ponto (+) tem o botão “Reservar mesa”, e a reserva também abre com o ambiente do ponto preenchido.
  • No painel da casa. O painel com cardápio, horários e contato tem um botão fixo de reserva no pé.

O atalho do ambiente é o que separa este modelo de um botão de WhatsApp comum. O cliente está olhando o quintal à luz de vela, gosta, toca em “Quero uma mesa aqui” e não precisa explicar onde quer sentar.

O formulário

São seis campos, todos na mesma janela, com um resumo da escolha logo acima do botão de envio.

  • Pessoas. De 1 a 30, com 2 como padrão e atalhos para 2, 4, 6 e 8 ou mais.
  • Dia. Uma fileira com as próximas três semanas, começando em “Hoje” e “Amanhã”, e um campo “Outra data” para até seis meses à frente.
  • Horário. Opções de meia em meia hora, ou “Sem preferência”.
  • Ambiente preferido. “Tanto faz” ou uma das cinco áreas da casa: Entrada, Varanda, Salão Terracota, Quintal e Salão Galeria.
  • Nome. Pelo menos duas letras.
  • WhatsApp. Com DDD, numa máscara que formata o número enquanto o cliente digita.

A linha de resumo acompanha cada escolha e repete, separados por pontos, o número de pessoas, o dia, o horário e o ambiente. Se falta alguma coisa, o formulário diz o quê (“Conte seu nome”, “Confira o número com DDD”, “Escolha um dia”), o cartão treme e rola até o campo.

Os dias fechados e os horários vêm do horário da casa

Dia e horário não são livres. O formulário lê o mesmo horário que o tour mostra no painel e no selo “Aberto agora”:

  • o dia em que a casa não abre aparece riscado na fileira, com o aviso “Fechado neste dia”, e não pode ser escolhido;
  • os horários vão da abertura até uma hora antes de fechar, de 30 em 30 minutos;
  • se o cliente escolhe hoje, só aparecem horários a partir de meia hora depois de agora.

Ninguém pede mesa para um dia em que a cozinha está fechada, nem para dez minutos antes de a casa fechar. E, se o restaurante muda o horário, basta trocar um dado na configuração: selo, tabela e reserva mudam juntos, sem nova captura.

Detalhe do formulário de reserva do Quintal Iwasa'i: a fileira Qual dia? com Hoje, Amanhã selecionado em amarelo e um dia fechado riscado e apagado, o campo Outra data, os horários de meia em meia hora com Sem preferência marcado e o início de Ambiente preferido
Quintal Iwasa’i · o dia fechado aparece riscado e não pode ser escolhido

O que chega ao restaurante

Ao tocar em “Enviar pelo WhatsApp”, o tour abre a conversa com o WhatsApp do restaurante, com a mensagem já escrita. O cliente só confirma o envio. A mensagem tem este formato:

Olá, Quintal! Gostaria de reservar uma mesa:

*Nome:* Mariana
*WhatsApp:* (DDD) número informado
*Pessoas:* 4
*Data:* sábado, dd/mm/aaaa
*Horário:* 20:00
*Ambiente:* Quintal

(Enviado pelo Tour Virtual 360°)

Os asteriscos viram negrito no WhatsApp, e a equipe lê o pedido de relance. A última linha diz de onde ele veio. Quando o cliente não escolhe horário, a mensagem diz “sem preferência”; quando não escolhe ambiente, a linha do ambiente não aparece.

A mensagem sai sempre em português. O tour do Quintal tem português, inglês e espanhol, e o turista vê o formulário no idioma dele, mas quem lê o pedido é a equipe da casa.

A partir daí, é atendimento normal: a equipe confere a mesa e responde na mesma conversa. O formulário avisa isso antes do envio, embaixo do botão: “Sua reserva só vale depois da confirmação da equipe.” Ninguém sai do tour achando que a mesa já está garantida.

Grupos maiores têm um caminho próprio. No Salão Terracota, o ponto sobre aniversários e confraternizações tem o botão “Falar sobre eventos”, que abre o WhatsApp com outra mensagem.

Três telas de celular do tour do Quintal Iwasa'i: o quintal à noite com guarda-sol verde e o botão flutuante Reservar mesa, a planta 3D com os pinos numerados de 01 a 15 e o formulário Reserve sua mesa com horário 20:00, ambiente Quintal, nome, WhatsApp, resumo e o botão Enviar pelo WhatsApp
Quintal Iwasa’i · no celular, do quintal ao pedido em poucos toques

Nada gravado, nada pessoal no Analytics

O formulário não tem servidor por trás. O pedido não fica numa planilha da gm360 nem numa tabela do tour: ele existe só na mensagem que o cliente manda ao restaurante.

A medição registra as etapas, nunca os dados. O tour envia ao Google Analytics a abertura do formulário (lead_form_open) e o toque em Enviar pelo WhatsApp (generate_lead, com o método whatsapp). Nome e telefone não entram em nenhum evento. Com isso, o restaurante sabe quantas visitas abrem a reserva e quantas chegam ao WhatsApp. Se a mensagem foi enviada e a mesa confirmada, isso fica na conversa.

Conte como o seu restaurante confirma as reservas hoje e quantos ambientes a casa tem. Respondemos em até 1 dia útil com uma proposta. Fazer orçamento (abre em nova janela)

Quando escolher este modelo

A reserva pelo WhatsApp é um dos caminhos que a gm360 monta dentro do tour. A escolha depende de como a casa já trabalha:

  • Pedido pelo WhatsApp, como no Quintal Iwasa’i. Para restaurante que confirma mesas na conversa e não quer mais um sistema. O pedido chega organizado, e a equipe responde como sempre.
  • Sistema de reservas dentro do tour. No Les Présidents, o sistema de reservas do restaurante abre por cima do passeio, com pessoas, data, ambiente e horário. Na Cantina Castellammare, o botão leva à página de reservas on-line da casa.
  • Motor de reservas, na hotelaria. No Hostal Providencia, o tour abre o motor do próprio hostel já com data, noites e hóspedes. Está em reserva dentro do tour virtual.
  • Pedido por e-mail, na casa noturna. Na Limelight, o visitante escolhe o camarote no mapa, vê a vista dali e o pedido chega por e-mail à equipe. Está em reserva de camarote pelo tour 360°.

Um formato parecido, também pelo WhatsApp, atende escolas: matrícula pelo tour virtual.

O que levar para o tour do seu restaurante

  • O WhatsApp que recebe as reservas e quem responde nele.
  • O horário de cada dia e os dias fechados, como a equipe confirma.
  • Os ambientes que o cliente pode pedir, com o nome que a equipe usa no salão.
  • O limite de pessoas por reserva e o que fazer com grupos maiores.
  • O texto do aviso de confirmação, se a casa quiser algo diferente.

O que entra num tour personalizado está na página de tour virtual 360°, e o que o tour faz por bares e restaurantes, na de tour virtual para hotéis e restaurantes. O tour é publicado em até 7 dias úteis depois da captura.