
Tour 360°
O carro por dentro em 360°: banco da frente, banco de trás e porta-malas
Como o tour 360° da BMW Osten Perdizes leva o visitante do salão para dentro de sete carros, do banco do motorista ao banco de trás, e abre o porta-malas do X7 em três etapas, sempre do mesmo ponto.

Num showroom de carros, o visitante faz duas coisas: anda em volta do carro e depois senta nele. A primeira, um tour 360° faz bem desde sempre. A segunda é a que vende um carro de alto padrão, e é a que quase nunca chega à internet. Fotos do interior mostram um ângulo de cada vez. Sentado no carro, o cliente olha para o painel, vira para o banco de trás, olha para cima e confere o porta-malas.
No tour da BMW Osten Perdizes, em São Paulo, sete carros podem ser vistos por dentro em 360°, e o X7 abre o porta-malas na frente do visitante. Este post mostra como o tour leva o visitante do salão para dentro do carro, de um banco para o outro e de volta, sem que ele se perca.
Por que o interior vende
Por fora, os carros de uma mesma marca se parecem numa foto. Por dentro, cada um é diferente: telas, acabamento, cor dos bancos, espaço atrás, o que tem no teto. É aí que o cliente decide entre um modelo e outro, e é o que ele quer conferir antes de marcar um test drive.
Num tour, o interior em 360° responde a isso sem vendedor do lado. O visitante senta no banco do motorista, olha em volta no ritmo dele e volta quantas vezes quiser. Quando chega à loja, já sabe qual carro quer ver.
Do salão para dentro do carro
No salão, cada carro que tem interior fotografado ganha um rótulo flutuante: um ponto sobre o teto, uma linha e o nome do modelo com “Entrar no carro”. Os rótulos aparecem também nos carros mais distantes, para o visitante saber, de qualquer ponto do salão, quais carros dá para ver por dentro.

Para o salão não virar uma nuvem de etiquetas, há regras. São no máximo cinco rótulos por cena; rótulos muito próximos encolhem para só o nome ou somem; e só carro com interior fotografado ganha rótulo. Como essas regras foram pensadas está em ficha técnica e pontos de produto no tour 360°.
O clique no rótulo não troca a imagem de repente. A câmera do tour aproxima até o carro e só então passa para o interior, como quem abre a porta e senta. Quem chega perto de um carro andando pelo salão também encontra o caminho: um cartão mostra o modelo ao lado, com os botões de ficha técnica, de test drive e “Entrar no carro”.

As vistas de cada carro, por fora e por dentro
Cada carro tem uma fila de botões na barra de baixo: Frente, Lateral esq., Lateral dir., Trás e Interna. Um toque leva à vista escolhida daquele carro, sem procurar o ponto certo no salão. É o passeio em volta do carro que o vendedor faz na loja, em ordem.
Dentro, a panorâmica foi feita com a câmera no centro da cabine, na altura dos olhos de quem está sentado. O visitante vê o volante, o painel, os bancos, as portas, o teto e o salão pelos vidros. No i7, a faixa de luz azul atravessa o painel e as portas. No X7, os bancos de couro caramelo têm costura em losango.

No M3, o que chama atenção são os bancos esportivos, claros com faixas pretas e o logo M no encosto. Cada interior mostra o que aquele carro tem de próprio.

Banco da frente e banco de trás
Em carro grande, o banco de trás pesa tanto quanto o da frente. Quem compra um SUV de sete lugares quer saber como é a segunda fileira. Quem compra um sedã de luxo para ser levado quer ver o lugar onde vai sentar.
Por isso, o X7 e o i7 têm duas panorâmicas internas cada um. Na barra de vistas, ao lado de “Interna”, aparece “Interna traseira”. O visitante passa do banco do motorista para o banco de trás com um toque, e o tour mantém a direção do olhar.

No i7, a vista de trás é a que explica o carro. Dali se vê a tela de cinema que desce do teto, as telas nas portas e a luz azul no assoalho. Pontos de informação no interior dão nome a cada item, com texto curto e um botão para agendar o test drive.

O porta-malas do X7 em três etapas
Numa loja, o vendedor abre o porta-malas e rebate os bancos na frente do cliente. No tour do X7, isso virou três fotos feitas do mesmo ponto, atrás do carro: porta-malas fechado, porta-malas aberto e bancos rebatidos.

O visitante chega pela vista “Porta-malas” da barra do X7 e escolhe a etapa num seletor. As imagens trocam uma pela outra numa transição suave, e o ângulo de visão não muda: é como ver a tampa subir e os bancos descerem sem sair do lugar. No computador, o seletor fica em coluna, acima da ficha do carro.

Ao lado da foto, o tour mostra o dado que a foto sozinha não diz: quantos lugares o carro tem e o volume do porta-malas em cada configuração. O visitante vê o espaço e lê o número ao mesmo tempo. E o atalho do porta-malas continua na tela mesmo quando o visitante esconde os pontos de informação, porque faz parte da navegação do carro.

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Sair do carro e voltar para onde estava
Entrar no carro só funciona se sair for fácil. Enquanto o visitante está dentro do carro, o botão “Sair do carro” fica no canto da tela. Ele devolve o visitante ao ponto do salão de onde ele entrou, olhando para o mesmo lado. Ele continua o passeio de onde parou, sem procurar o caminho de volta.
Como a câmera entra no carro
Para o interior parecer o lugar de quem está sentado, a câmera precisa ficar no centro da cabine, sem tripé no banco e sem ninguém dentro do carro. Na BMW Osten, ela entrou pela janela, na ponta de um braço extensor apoiado num tripé do lado de fora. Foi assim que a gm360 se tornou a primeira no mundo a fotografar o interior de um BMW i7 em 360°. O método completo está em bastidores do primeiro interior de BMW i7 em 360°.

Quando fotografar o produto em etapas
O porta-malas do X7 é um caso de um produto que muda de estado: fechado, aberto, rebatido. O mesmo vale para outros produtos que se vendem abertos:
- Carros: porta-malas, bancos rebatidos, teto solar aberto, porta aberta para mostrar o acesso à terceira fileira.
- Móveis planejados: armário fechado e aberto, mesa recolhida e estendida, cama baú levantada.
- Máquinas e equipamentos: tampa de acesso fechada e aberta, o equipamento parado e montado para uso.
- Decorados: o mesmo ambiente com a porta da varanda fechada e aberta.
O cuidado é sempre o mesmo: a câmera não sai do lugar entre uma foto e outra, para a troca no tour ser só do produto, e não do ângulo. Vale escolher poucas etapas, as que respondem a uma pergunta do cliente.
Para levar o seu showroom para dentro do carro
O que um tour faz por uma concessionária inteira, da vitrine ao test drive, está em tour virtual 360° para concessionária. Como o pedido de test drive sai de dentro do carro está em test drive pelo tour 360°, e o tour da loja, na ordem da visita, em Osten BMW Perdizes por dentro. O tour está no ar em tourgm360.com.br/osten/perdizes (abre em nova janela), e o que entra num tour para lojas e concessionárias está na página de showrooms.
FAQ
Dúvidas frequentes
Todo carro do showroom precisa ter interior em 360°?
Não. Vale fotografar por dentro os modelos que a loja quer vender pelo interior: os de maior valor, os lançamentos e os que têm algo que só se entende sentado neles. Na BMW Osten Perdizes, sete carros têm interior em 360°, e só esses ganharam o rótulo Entrar no carro.
Dá para fotografar o banco de trás?
Dá. A câmera vai para o lugar de quem viaja atrás. No tour da BMW Osten, o X7 e o i7 têm uma panorâmica no banco da frente e outra no banco de trás, e o visitante troca entre as duas por um botão.
Como é feita a foto do porta-malas em etapas?
A câmera fica no mesmo ponto, atrás do carro, e fotografa o porta-malas fechado, aberto e com os bancos rebatidos. No tour, as três imagens trocam uma pela outra mantendo o mesmo ângulo de visão, como se o porta-malas abrisse na frente do visitante.
O visitante se perde depois de entrar no carro?
Não. O botão Sair do carro devolve o visitante ao ponto do salão de onde ele entrou, olhando para o mesmo lado.



