
Bastidores
Reels do tour 360° para o Instagram: a casa em 45 segundos
Um vídeo vertical que simula alguém navegando no tour da Limelight, com arrastar, pinça, mapa e a vista do camarote, feito das próprias panorâmicas. O que o roteiro mostra e como é feito.

O tour virtual da Limelight está num endereço da web. O público da casa está no Instagram. Entre os dois há um passo que muita gente não dá: sair do aplicativo para abrir um link sem saber o que tem do outro lado. Uma foto da pista com “link no perfil” não explica que, no link, dá para andar pela casa.
Para a Limelight, casa noturna na Vila Olímpia, em São Paulo, fizemos um Reels vertical de 45 segundos que mostra o tour sendo usado. Um dedo arrasta a imagem, faz pinça para aproximar, toca no ponto de navegação, abre o mapa e escolhe um camarote. O vídeo termina com a chamada “Acesse o tour virtual pelo link no perfil”. Mostramos o roteiro, por que ele é assim e como foi feito sem voltar à casa. O que o tour faz por bares e casas noturnas está na página de hotéis e restaurantes.
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O que o vídeo mostra
São dezesseis tomadas, a maioria de 2 a 3 segundos. Só o trecho do mapa, que tem mais passos, e o fechamento passam disso.
- Gancho. O teto da pista girando, com o globo espelhado, e a pergunta “Já conhece a Limelight por dentro?”. São 3,5 segundos antes de qualquer botão.
- Fachada. A interface do tour entra. O dedo arrasta a imagem até o letreiro, com a dica “Arraste para explorar”, e toca no ponto “Seguir para · Hall e Bar Café”.
- Hall e Bar Café. O teto forrado de quadros até o neon do café, e um toque na galeria de miniaturas para ir à pista.
- Pista. Um gesto de pinça abre o enquadramento e revela as luzes, o palco e o mezanino.
- Um detalhe da escada, com a dica “Pinça para dar zoom”.
- Cabine do DJ, com a pista inteira à frente.
- Lounges. O Lounge Rosa e o lounge lateral, com guitarras e retratos de ídolos da música.
- Bar e mapa. No bar, um toque no botão Mapa, outro na aba do mezanino, outro num camarote e outro em “Ver a vista”.
- A vista do camarote, com a legenda “A melhor vista da pista”.
- Montagem sem interface. Os camarotes sob os tubos de LED, o jardim, o fumódromo com o neon e o mural da Limelight.
- Fechamento. O logo da casa, a chamada para o link no perfil e o crédito “tour por gm360”.

Por que mostrar o tour sendo usado
- Ensina antes de mandar. Quem chega ao tour pelo Instagram já viu os gestos: arrastar, pinça, tocar no ponto. Não precisa descobrir sozinho.
- Diz o que é. Um vídeo bonito da casa poderia ser só mais um vídeo. O dedo na tela e a interface deixam claro que existe um lugar para explorar, e que ele está no link.
- Responde à pergunta de quem vai sair à noite. Para quem pensa em reservar, a dúvida é a vista do camarote. O vídeo mostra o caminho inteiro: mapa, camarote, “Ver a vista”. É o recurso que faz alguém querer abrir o tour no próprio celular.
- Fecha com um pedido só. Nenhuma legenda pede para seguir, curtir ou compartilhar. A chamada final é uma: o link no perfil.

Feito das panorâmicas, sem nova captura
O Reels não foi gravado na casa nem na tela de um celular. Ele é gerado quadro a quadro, a partir das mesmas panorâmicas do tour.
- As cenas. Cada panorâmica é um cubo de seis faces, as mesmas imagens que o tour carrega. Uma página de animação desenha esse cubo no navegador e move uma câmera virtual pelo caminho definido no roteiro: para onde olha, quanto inclina e quanto aproxima, em cada instante.
- A interface. O cabeçalho, a galeria, o ponto “Seguir para” e o mapa vêm de capturas da interface publicada, em camadas transparentes. O que aparece no vídeo é o que o visitante encontra ao abrir o link.
- Os gestos. Os dedos, o toque e a pinça são desenhados por cima, no mesmo tempo do movimento da câmera.
- As transições. Giros rápidos, aproximações e o “toque” que leva de uma cena à outra, como no tour.
- O acabamento. Cada quadro é a média de quatro subquadros, o que dá o borrão de movimento de uma câmera de verdade. Um ruído leve tira a cara de imagem de computador.
- O arquivo. MP4 vertical de 1080 × 1920 pixels, 30 quadros por segundo, 45,5 segundos.
Como o roteiro é um arquivo de texto, trocar uma legenda, encurtar uma tomada ou mudar a ordem das cenas não pede captura nem edição manual. Muda o roteiro, e só o trecho alterado é renderizado de novo.
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O que entra num roteiro de Reels de tour
- Um gancho sem interface. Os primeiros segundos mostram o lugar, não o botão. Na Limelight, é o teto da pista.
- Uma legenda curta por ambiente. Duas linhas: uma pequena, como “Sob as luzes”, e o nome do ambiente, “A Pista”.
- Cada gesto uma vez. Arrastar na fachada, pinça na pista, toque no ponto. Depois disso, o vídeo pode cortar direto de uma cena para outra.
- Um recurso que vende. O mapa até a vista do camarote. Num restaurante, seria a mesa; num hotel, o quarto.
- Os textos longe das bordas. O nome do perfil, a legenda e os botões do Instagram ocupam o topo e a base da tela. Os textos do vídeo ficam numa área central segura.
- Uma chamada final. O link no perfil, o logo da casa e o crédito.

Gravar a tela ou gerar das panorâmicas
Há outro jeito de fazer: gravar a tela do celular com alguém navegando no tour. No C.Kamura Jardins, o reel mostra a navegação no celular, e o próprio Celso Kamura aparece abrindo o tour. Quando a pessoa da marca entra em cena, a gravação faz sentido.
Gerar o vídeo das panorâmicas dá outra coisa: movimento suave, sem tremida, sem notificação no canto da tela e com controle de cada segundo. Também permite fazer o vídeo depois, sem marcar uma visita, com o tour já publicado.

Para onde o link leva
O link do perfil pode abrir o tour em português, a versão em inglês ou ir direto a um painel. O tour da Limelight aceita abrir já no mapa dos camarotes ou no painel de eventos corporativos, sem passar pela abertura. Com parâmetros de campanha no link, o Google Analytics separa quem veio do Instagram, e o tour registra as etapas da visita: a abertura do mapa, o clique num camarote, o envio de um pedido.
Assim o vídeo não termina no “curtir”. Ele leva a um tour que mostra a casa e recebe o pedido. O que o tour faz para cada público da Limelight está em tour virtual para casa noturna, e o mapa que aparece no vídeo, em minimapa 3D no tour virtual. As panorâmicas que viraram vídeo são as mesmas da captura anterior, como contamos em repaginar um tour 360° antigo.
O que entra num tour personalizado está na página de tour virtual 360°. O tour é publicado em até 7 dias úteis depois da captura.
FAQ
Dúvidas frequentes
Precisa voltar ao espaço para fazer o Reels do tour?
Não. O vídeo da Limelight foi gerado a partir das mesmas panorâmicas do tour, quadro a quadro, com uma câmera virtual. Não houve gravação na casa nem nova captura.
A interface que aparece no vídeo é a do tour de verdade?
É. O cabeçalho, a galeria, o ponto Seguir para e o mapa vêm de capturas da interface publicada. Só os dedos e os toques são simulados. Quem abre o link encontra as mesmas telas do vídeo.
Em que formato o vídeo é entregue?
MP4 vertical de 1080 por 1920 pixels, 30 quadros por segundo, no formato do Reels. O da Limelight tem 45,5 segundos, com os textos dentro de uma área central, longe das bordas que o Instagram cobre.
Dá para fazer um Reels de um tour que já está publicado há tempo?
Dá, desde que as panorâmicas existam. As da Limelight são da captura anterior, a mesma que serviu de base para a interface nova do tour.
Dá para mudar uma legenda ou uma cena depois?
Dá. O roteiro do vídeo é um arquivo de texto com as tomadas, os gestos e as legendas. Muda-se o roteiro e só o trecho alterado é renderizado de novo, sem edição manual.



