Uma balada que já tinha tour.
A Limelight é uma casa noturna na Vila Olímpia, em São Paulo, na Av. Dr. Cardoso de Melo. Tem pista com palco espelhado e cabine de DJ no alto, bares, lounges em volta da pista, mezaninos e camarotes debruçados sobre ela, jardim, fumódromo a céu aberto e cozinha própria.
A casa já tinha um tour virtual 360° da captura anterior, com 40 panoramas, feito pela gm360 na mesma época da fotografia arquitetônica da casa. As panorâmicas eram boas, mas a interface era a do programa em que o tour foi montado: barra de menu, rodapé e botões genéricos, iguais aos de qualquer outro tour feito com a mesma ferramenta. Não tinha a cara da Limelight e não levava o visitante a lugar nenhum.
A gm360 repaginou o tour sem voltar à casa para fotografar. As 40 panorâmicas continuam as mesmas. Saiu a interface antiga inteira e entrou uma nova, feita para a balada e para quem a procura: quem vai à festa e quer um camarote, e a empresa que procura uma casa para o seu evento.
O que entregamos
- Tour 360° repaginado. 40 panoramas em 12 ambientes, da fachada ao fumódromo, numa interface na identidade da casa, em tourgm360.com.br/limelight.
- Navegação “Seguir para”. Pontos com o nome do destino em cada porta e passagem, além das setas no piso.
- Galeria no rodapé. As 40 miniaturas, com filtro por ambiente e a contagem do que o visitante já viu.
- Mapa 3D da casa. Uma maquete “casa de bonecas” em dois pisos, com a posição de cada foto 360° e os camarotes, bares, DJ e banheiros.
- Pedido de camarote. Do mapa ao camarote, à vista daquele ponto e ao formulário.
- Eventos corporativos. Um painel com os ambientes da casa e o pedido de proposta.
- Pedidos por e-mail. Os dois formulários chegam à equipe de eventos da Limelight, que responde direto ao visitante.
- Português e inglês. Toda a interface, os nomes dos ambientes, o mapa e os formulários.
- Reels para o Instagram. Um vídeo vertical que mostra como navegar no tour.
- Fotografia arquitetônica. A pista, a fachada, os bares e as paredes de memorabilia, em fotos usadas pela casa na divulgação.
- Também no Google Maps. 38 fotos 360° publicadas no Street View, com mais de 600 mil visualizações.
A interface na identidade da casa.
A paleta saiu das próprias panorâmicas: o preto-ameixa do teto escuro da pista, o dourado das luminárias, o vermelho laca das paredes dos bares e dos camarotes e o magenta do neon. Os títulos usam a Cinzel, que ecoa as letras gravadas do logo da casa, e a interface usa a Manrope. O logo da Limelight abre o tour e fica no cabeçalho.
Da skin antiga sobraram só as setas de navegação no piso, recoloridas no mesmo dourado. Os ícones de hotspot animados, feitos à mão na montagem original, saíram. Os que eram o único caminho para algum ambiente viraram pontos de navegação novos.
O tour abre com a pista girando devagar ao fundo, o logo, a frase “Entre e conheça a Limelight por dentro” e três entradas, uma para cada intenção: “Explorar a casa”, “Reservar camarote” e “Eventos corporativos”. Quem chega pelo link já escolhe o caminho na primeira tela.

Andar pela casa.
Uma balada tem portas, escadas, corredores e dois níveis, e as panorâmicas são escuras e cheias de luz colorida. Num tour assim, é fácil perder a noção de onde se está. Por isso a navegação tem três camadas.
Em cada porta e passagem há um ponto com o nome do destino, “Seguir para”, e o ambiente quando ele muda: da pista para os camarotes, do lounge para o jardim. As setas no piso continuam para quem prefere andar como no Street View. No cabeçalho, o tour mostra sempre o ambiente e o nome da vista atual.

No rodapé fica a galeria com as 40 miniaturas, em ordem, com filtro pelos 12 ambientes. Cada vista visitada ganha uma marca, e a galeria conta quantas o visitante já viu, de 40. As miniaturas foram renderizadas das próprias panorâmicas, enquadradas no que cada vista tem de mais reconhecível, para o visitante achar o bar ou o jardim pela imagem.

Um mapa da casa em 3D.
O botão Mapa abre uma maquete da Limelight vista de cima, como uma casa de bonecas sem teto. A casa foi modelada em 3D, em metros, a partir da planta e das fotos 360°, e o modelo virou duas imagens no Blender, uma para cada piso: o térreo, com a pista, os bares, os lounges, o jardim e o fumódromo, e o superior, com os mezaninos e os camarotes.

Sobre a maquete ficam os pinos das 40 vistas e os pontos que importam numa noite: camarotes, mesas dos lounges, bares, cabine do DJ, banheiros, entrada, fumódromo e cozinha. Filtros separam ambientes, camarotes, bares e serviços. A vista atual aparece destacada, com um cone no chão que gira junto com o olhar do visitante. O zoom vai até 6 vezes, por botões, roda do mouse ou pinça.

O mapa é uma maquete para orientar, não um levantamento. Ele explica em poucos segundos o que as fotos sozinhas não mostram: que os camarotes ficam no alto, de frente para a pista, e como se chega até eles.
Dois públicos, dois caminhos.
O tour atende duas pessoas diferentes. Uma vai à festa e quer saber onde vai ficar. A outra organiza um evento de empresa e precisa saber se a casa comporta o que ela tem em mente. Cada uma tem a sua entrada na abertura, o seu botão no cabeçalho e o seu formulário.
Quem vai à festa: o camarote
O botão Camarotes abre o mapa já filtrado. Ao tocar num camarote, um cartão mostra a miniatura e dois botões. “Ver a vista” leva à vista 360° daquele ponto da casa, para o visitante ver o que vai enxergar de lá. “Reservar” abre o pedido.

O pedido de camarote pede o nome, o WhatsApp ou telefone, o e-mail (opcional), a data e o número de pessoas, com o camarote escolhido já preenchido e um campo de observações. O link “Ver no tour”, no alto, volta à vista daquele camarote. A casa confirma disponibilidade e condições. A numeração e a capacidade dos camarotes ainda são ilustrativas no mapa, e o cartão avisa isso, com a capacidade “sob consulta”.

Quem organiza um evento: a proposta
O botão Eventos abre o painel “Seu evento na Limelight”, com os ambientes que pesam num evento corporativo: a pista, os bares, os camarotes, os lounges, o jardim e a cozinha. Cada um tem uma frase e o botão “Ver ambiente”, que leva direto à vista 360°. A pessoa que avalia a casa para a empresa faz a visita técnica sem sair do escritório e volta ao painel quando quiser.

O pedido de proposta só exige o nome e o telefone. Os outros campos são opcionais, mas estão ali para a empresa contar o que precisa: o nome da empresa, o e-mail, a data prevista, o número de convidados e o tipo de evento (confraternização, festa corporativa, lançamento ou ação de marca, premiação ou convenção, evento privado ou outro). Com eles, a equipe da casa começa a conversa já sabendo a data, o tamanho e o formato do evento, e responde com disponibilidade e valores.

O pedido chega à equipe de eventos.
Os dois formulários seguem pelo mesmo caminho. O envio passa pela automação da gm360, fica registrado e vira, na hora, um e-mail para a equipe de eventos da Limelight, com o tipo de pedido no assunto, tudo o que o visitante preencheu e o idioma em que ele navegava. Se ele deixou o e-mail, basta responder a mensagem para falar com ele. O telefone vem com um atalho para abrir a conversa no WhatsApp.
Na tela, o visitante vê a confirmação: “Recebemos o seu pedido. A equipe da casa entra em contato em breve.” Se o envio falhar, o tour não perde o pedido: copia a mensagem pronta e abre a conversa no Instagram da casa, para o visitante só colar.
O tour também registra no Google Analytics cada passo desses caminhos: a entrada escolhida na abertura, as vistas visitadas, a abertura do mapa, o camarote tocado, o formulário aberto e o pedido enviado. Dá para saber quantos visitantes chegam até o pedido e por qual caminho.
Em português e em inglês.
Uma balada em São Paulo recebe turistas, e um evento corporativo pode ser organizado por alguém que não fala português. O botão PT/EN, no cabeçalho e na abertura, troca toda a interface, os nomes dos 12 ambientes e das 40 vistas, o mapa, o painel de eventos e os formulários, sem recarregar a página. Com ?lang=en no link, o tour já abre em inglês, e a escolha fica guardada para a próxima visita.

O link compartilhado guarda a vista, a direção do olhar e o idioma. Quem manda o tour para um colega recomenda o camarote ou o jardim, já em inglês, e não só o endereço da casa.
No celular.
O tour abre no navegador, sem aplicativo. No celular, o cabeçalho fica com o logo, o botão do mapa e um menu que reúne camarotes, eventos, como chegar, idioma, tela cheia e compartilhar. A galeria continua no rodapé, ao alcance do polegar, e o “Como chegar” abre a rota pelo Google Maps ou pelo Waze.

Um Reels para o Instagram.
A Limelight fala com o seu público pelo Instagram, e o tour precisava chegar lá. Para isso, a gm360 fez um vídeo vertical de cerca de 45 segundos que simula alguém navegando no tour com o dedo: arrasta a pista, aproxima com a pinça, toca num “Seguir para”, escolhe uma vista na galeria e abre o mapa, até um camarote e o “Ver a vista”. O vídeo termina com o convite para abrir o tour pelo link no perfil.
Não foi possível carregar o vídeo. Abrir em nova janela (abre em nova janela)
O Reels usa a interface real do tour e as panorâmicas da casa, então quem chega pelo vídeo encontra exatamente o que viu.
A fotografia da casa.
Na mesma época da captura do tour, a gm360 fez a fotografia arquitetônica da Limelight. É uma casa que se mostra acesa: a pista com os lasers atravessando a fumaça e o globo espelhado no alto da coluna, a guitarra vermelha gigante pendurada no teto de luzes, as paredes cobertas de retratos, discos e guitarras, o Bar Café com o teto forrado de quadros e a fachada vermelha de vitrais, à noite.

As fotos mostram o que as panorâmicas não detalham: a memorabilia de perto, os quadros de cantores e bandas, as guitarras nas paredes, os quadros com objetos de palco. Num tour 360°, essas paredes passam ao fundo. Na foto, cada uma vira assunto.

O mesmo trabalho serviu a duas frentes: as panorâmicas viraram o tour, e as fotos foram usadas pela própria casa na divulgação. A galeria no fim desta página reúne uma seleção.
Na semana da reabertura, as fotos chegaram à imprensa. A coluna Notas Etílicas, da Vejinha, abriu a nota sobre a volta da casa com a pista sob a guitarra gigante, com crédito para Gustavo Moraes, fundador da gm360, e o blog do Amaury Jr. noticiou a reabertura com imagens da casa feitas pela gm360. Os bastidores estão no post Limelight na Vejinha e no Amaury Jr..
Mais de 600 mil visualizações no Google Maps.
A casa também está no Google Maps, com 38 fotos 360° publicadas pela gm360 no Street View, ligadas ao perfil da Limelight, para quem procura a casa pelo nome ou pela região. Juntas, elas já passam de 600 mil visualizações. É gente olhando a pista, os bares e os camarotes antes de decidir aonde ir.
Esse interesse já existia antes do tour repaginado, e é por isso que o tour próprio importa. O Maps leva a casa a quem está procurando uma balada na Vila Olímpia. O tour próprio recebe essa pessoa com o mapa, os camarotes, o painel de eventos e o pedido.
Para entender a diferença entre os dois, veja do Google Maps ao tour próprio.
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