
Tour 360°
Tour virtual para casa noturna: o que mostrar antes da festa
Pista, camarotes, bares, banheiros, fumódromo e acesso: o que entra no tour 360° de uma balada ou casa de shows, como ele serve à festa e aos eventos fechados e como capturar a casa. Com a Limelight, na Vila Olímpia.

Quem procura uma balada nova faz as mesmas perguntas antes de sair de casa: como é a pista, onde fica o bar, se o camarote tem vista, se dá para fumar, como é o banheiro. O Instagram da casa responde a uma parte. O resto fica sem resposta, porque na foto da festa só se vê gente.
Um tour virtual para casa noturna resolve esse trecho: a casa aberta, vazia e iluminada, ambiente por ambiente, para o visitante andar por ela antes da noite. Este post é para quem vende a casa, seja dono, gerente comercial ou promoter. Mostramos o que entra no tour de uma balada ou casa de shows, como ele trabalha para a festa e para os eventos fechados, e como capturar o espaço, a partir do tour da Limelight, casa noturna na Vila Olímpia, em São Paulo. O que o tour faz por bares, restaurantes e hotéis em geral está na página de tour virtual para hotéis e restaurantes.
O que o visitante quer ver antes de ir
A ordem do roteiro segue a noite de quem vai. No tour da Limelight são 40 panorâmicas em 12 ambientes, e cada um responde a uma dúvida diferente.
- Fachada e entrada. Como reconhecer a casa na rua e o que vem logo depois da porta. Na Limelight, a fachada aparece iluminada, e o hall tem o Bar Café e as paredes cobertas de discos e retratos.
- Pista. O tamanho, o som, a luz, a posição do DJ. São três cenas: o centro da pista sob o globo, a lateral e a frente do palco.
- Bares. Onde pedir uma bebida sem atravessar a pista. O tour mostra o Bar I, de frente para a pista, e os dois bares dos fundos.
- Lounges e camarotes. Onde sentar, de onde se vê a pista. São três lounges no térreo e, no andar de cima, os mezaninos e os camarotes debruçados sobre a pista.
- Área externa e fumódromo. O jardim com murais e o fumódromo a céu aberto, com grafites neon. Para muita gente, é a pergunta que decide.
- Banheiros. A pergunta que ninguém faz em voz alta. O tour mostra os dois, e também o caminho até eles.

A galeria no rodapé segue essa ordem, da fachada aos banheiros, e tem um filtro por ambiente: quem só quer ver os camarotes toca em “Camarotes” e vê só eles. Um contador mostra quantas cenas o visitante já viu, e cada miniatura vista ganha uma marca.
A casa como ela é: identidade, abertura e navegação
Uma balada vende atmosfera, e a interface não pode parecer um aplicativo genérico colado sobre a pista. Na Limelight, as cores da interface foram tiradas das próprias panorâmicas: o preto-ameixa do teto, o dourado das luminárias, o vermelho laca das paredes dos bares e o magenta do neon. O logo da casa abre o tour, e a pista gira devagar atrás dele enquanto o visitante escolhe por onde entrar.
Para andar de um ambiente a outro, há dois caminhos. As setas no piso levam ao ponto vizinho, como num passeio. Nas portas e passagens, um ponto “Seguir para” diz o destino antes do clique, com o ambiente e o nome da cena: “Seguir para · Lounges”, e embaixo “Lounge Lateral 2”. Numa casa com escadas, mezaninos e saídas para a área externa, isso evita que o visitante se perca.

O botão “Mapa” abre a casa vista de cima, com o térreo da pista e o mezanino dos camarotes, os bares, a cabine do DJ, os banheiros e o fumódromo marcados. Como esse mapa foi feito, a partir de um modelo da casa em 3D, está no post sobre o minimapa 3D no tour virtual.
O tour também fala inglês: um toque troca a interface, os nomes das cenas e os formulários, sem recarregar.
Um tour, dois públicos: a festa e o evento fechado
Uma casa noturna vende duas coisas para pessoas diferentes. O frequentador quer saber como é a noite e, às vezes, reservar um camarote. A empresa ou o produtor quer saber se a casa serve para uma confraternização ou um lançamento.
O tour da Limelight atende os dois desde a abertura, com três entradas: “Explorar a casa”, “Reservar camarote” e “Eventos corporativos”. Os mesmos três caminhos ficam no cabeçalho durante toda a visita.
- Para a festa. O botão “Camarotes” abre o mapa já filtrado nos camarotes. Cada camarote tem um botão para ver a vista dali e outro para pedir a reserva. Como isso funciona, e o que o pedido é e não é, está em reserva de camarote pelo tour 360°.
- Para o evento. O botão “Eventos” abre um painel com os ambientes que pesam num evento, como pista, bares, camarotes, lounges, jardim e cozinha, cada um com um atalho para a cena, e um formulário de proposta. O que o produtor quer ver e como o tour encurta a visita técnica está em tour virtual para vender eventos corporativos.
Os dois formulários chegam por e-mail à equipe da casa, e a resposta vai direto para o visitante.

Conte quantos ambientes tem a sua casa, se há camarotes ou área vip e se ela recebe eventos fechados. Respondemos em até 1 dia útil com uma proposta. Fazer orçamento (abre em nova janela)
Como capturar uma casa noturna
A luz de uma balada é escura, colorida e se mexe o tempo todo. O tour precisa mostrar a casa com a luz de show, mas sem o caos da festa.
- Casa fechada, luz de show acesa. Capturamos com a casa vazia, antes de abrir ou num dia sem festa, com a iluminação de efeito ligada. No tour da Limelight, a pista aparece com o globo, a guitarra gigante no teto e as faixas de LED acesas, e nenhum público na frente.
- Luzes móveis paradas. Cada panorâmica é feita de várias fotos. Se os moving heads giram entre uma foto e outra, a luz não casa na emenda. Vale pedir ao técnico de luz uma cena fixa, com os efeitos parados numa posição bonita.
- Sem fumaça e sem estrobo. A fumaça muda de uma foto para a outra e apaga o fundo. O estrobo deixa umas fotos claras e outras escuras.
- Telas com conteúdo fixo. Painéis de LED e telões com a marca da casa, sem vídeo rodando.
- Bares arrumados, sem preço à vista. Tabela de preço e cardápio com valores mudam. O preço fica com a casa.
- Todos os caminhos. Escadas, corredores, saídas para a área externa e o acesso aos banheiros. Na Limelight, até a escada que leva ao banheiro feminino tem cena própria.

A lista completa da véspera, ambiente por ambiente, está em o que preparar no espaço antes da captura 360°.
Uma casa que já tem um tour antigo nem sempre precisa de nova captura. O tour da Limelight foi repaginado sobre as panorâmicas que a casa já tinha: a interface antiga saiu, ficaram as setas, recoloridas em dourado. Quando isso vale e quando não vale está em repaginar um tour 360° antigo.
Google Maps e tour próprio
Quem procura uma balada no Google costuma ver a ficha da casa no Maps antes de chegar ao site. As panorâmicas publicadas no Street View aparecem na ficha da casa, ao lado das fotos e das avaliações. A Limelight tem 38 panorâmicas publicadas pela gm360 no Google Maps, que somam mais de 600 mil visualizações.
O Maps é o canal de descoberta, com a interface do Google, igual para todos os lugares. O tour próprio é onde a casa trabalha a venda: identidade, mapa dos camarotes, painel de eventos, formulários, idiomas, como chegar pelo Google Maps ou pelo Waze, e um link por cena para mandar ao cliente. A diferença entre os dois está em do Google Maps ao tour próprio, e a publicação no Maps, na página de tour virtual no Google Maps.

O tour fora do tour
O botão “Compartilhar” copia o link da cena e do ângulo em que o visitante está: o promoter manda o link do camarote, o comercial manda o do jardim. E a navegação vira conteúdo: para a Limelight, fizemos um reels vertical que simula alguém passeando pelo tour, explicado em reels do tour 360° para Instagram.
Para orçar o tour da sua casa
Antes da conversa, vale ter em mãos:
- A lista de ambientes, com pisos, escadas e áreas externas.
- Os camarotes ou áreas vip que a casa vende, com a numeração e a capacidade que a equipe confirma.
- Os dois públicos: a casa vende só a festa ou também eventos fechados.
- Quem recebe os pedidos na casa e por qual canal.
- Um horário de casa fechada com o técnico de luz disponível.
O que entra num tour personalizado está na página de tour virtual 360°. O tour é publicado em até 7 dias úteis depois da captura.
Quer a sua casa aberta antes da festa? Veja como trabalhamos com bares, restaurantes e hotéis ou fale com a gente pelo botão de WhatsApp no fim desta página.
FAQ
Dúvidas frequentes
A casa precisa estar vazia para a captura?
Sim. O 360° mostra o ambiente inteiro, e público em volta da câmera tira o foco do espaço e exige desfocar rostos. O tour da Limelight foi capturado com a casa vazia e a iluminação de show acesa, para o visitante ver a pista, os bares e os camarotes como eles são, sem a multidão na frente.
O tour substitui as fotos e os vídeos das festas no Instagram?
Não. As fotos e os vídeos mostram a festa; o tour mostra o lugar. Quem pensa em ir quer as duas coisas: saber como é a noite e saber onde fica o camarote, o bar e o banheiro. O tour também rende material para o Instagram, como um reels que simula a navegação.
Dá para usar o mesmo tour para a festa e para eventos fechados?
Dá. Na Limelight, a tela de abertura tem três entradas: explorar a casa, reservar camarote e eventos corporativos. O frequentador e o produtor de eventos navegam pelas mesmas panorâmicas, e cada um encontra o seu formulário.
O tour aparece no Google Maps da casa?
As panorâmicas podem ser publicadas no Street View, ligadas à ficha da casa no Google Maps. A Limelight tem 38 panorâmicas publicadas pela gm360 no Maps, que somam mais de 600 mil visualizações. No Maps a interface é a do Google; mapa de camarotes, formulários e idiomas ficam no tour próprio.
Em quanto tempo o tour fica pronto?
A captura é feita com a casa fechada, em algumas horas, conforme o número de ambientes. O tour é publicado em até 7 dias úteis depois da captura.


