
Tour 360°
Navegar como no Street View, num tour com a sua marca
Setas no chão como no Google, pontos que dizem o destino e a direção do olhar mantida a cada passo. Como a navegação funciona no tour da BMW Osten Perdizes e o que evita setas amontoadas.

Quem abre um tour 360° pela primeira vez já sabe andar nele, desde que ele se pareça com o Street View. Anos de Google Maps ensinaram o gesto: olhar em volta arrastando a imagem e clicar na seta do chão para dar um passo. Um tour que inventa outro jeito de andar cobra do visitante um aprendizado que ele não veio fazer.
No tour virtual da BMW Osten Perdizes, em São Paulo, a navegação segue esse gesto conhecido, num tour com a interface e as cores da concessionária. São 78 panorâmicas, do estacionamento ao mezanino, passando pelo showroom, pelo espaço dos elétricos e pela Área M. Mostramos as três formas de andar que funcionam ao mesmo tempo, por que a direção do olhar se mantém a cada passo e o que fazemos para as setas não se amontoarem.
Setas no chão, como no Google
A primeira forma é a do Street View. Em volta da câmera, desenhadas no chão, ficam setas brancas em forma de V, uma para cada panorâmica vizinha. Elas apontam para onde o visitante vai chegar. Um clique, e ele dá o passo.
No computador, além delas, uma seta solta acompanha o mouse pelo chão. Ela mostra para que lado o próximo clique leva, antes de clicar. Quando o mouse passa sobre um botão ou um rótulo da interface, ela some, para o clique não virar um passo sem querer. No celular, onde não há mouse, ela fica fixa no chão, à frente da câmera.

Pontos que dizem para onde levam
A segunda forma são pontos redondos com uma seta, presos à passagem: a porta da sala de atendimento, o corredor para o lounge, a escada para o mezanino. A seta no chão diz “ali tem uma panorâmica”. O ponto diz qual: no clique, aparece “Ir para” com o nome do destino, e o segundo clique leva até lá. No celular, o mesmo: o primeiro toque mostra o destino, o segundo navega.
Isso evita o susto mais comum dos tours, o de clicar numa seta e cair num lugar que não se esperava. Quem procura o lounge vê “Ir para · Lounge” antes de ir.
Os pontos e as setas não se cobrem porque ficam em alturas diferentes da tela. Os pontos ficam pouco abaixo da linha do horizonte, onde está a porta. As setas ficam mais embaixo, no chão perto dos pés.

Por que as formas ficam juntas
O tour poderia ter só as setas, ou só os pontos. O cliente pediu as duas, mais a seta que acompanha o mouse: queria várias formas de navegar. Faz sentido para um público variado. Quem usa o Street View toda semana procura a seta no chão e anda rápido. Quem abre um tour pela primeira vez prefere um ponto que diga o nome do lugar. Quem está no celular quer tocar no que vê.
Às setas no chão, o tour da Osten soma os pontos com o destino e a direção mantida entre as panorâmicas.
O mesmo par de setas no chão e pontos com o destino está no tour do C.Kamura Jardins, um salão em três pisos. Lá, o ponto também avisa quando o destino fica em outro piso.
O olhar continua para o mesmo lado
No Street View, quem anda para a frente continua olhando para a frente. Em muitos tours, não: a cada clique, a panorâmica nova abre virada para um lado qualquer, e o visitante precisa girar a imagem para se achar de novo. Três cliques depois, já não sabe de onde veio.
No tour da Osten, todas as panorâmicas foram alinhadas ao mesmo norte. Ao passar de uma para outra, o tour mantém a direção para onde o visitante olhava, e também a inclinação e o zoom. Quem caminha pelo showroom olhando para a vitrine da avenida chega à panorâmica seguinte ainda olhando para a vitrine. É a sensação de andar, e não de saltar entre fotos.
A exceção é quando o visitante escolhe um carro, na galeria ou num dos atalhos de vista. Aí o tour abre a panorâmica já enquadrando o carro, porque é isso que ele pediu para ver. Ao sair de dentro de um carro, ele volta ao ponto de onde entrou, com a mesma vista.
Poucas ligações, setas que não se amontoam
A seta do chão aponta numa direção. Se duas panorâmicas vizinhas estão quase na mesma direção, a uma distância diferente, as duas setas caem uma sobre a outra. Com cinco ou seis ligações num showroom cheio de carros, o chão vira um amontoado de setas, e o visitante não sabe em qual clicar.
Por isso, ao montar as ligações entre as panorâmicas, ficamos com poucas: o caminho de ida, o de volta e as laterais, e não todas as panorâmicas que se enxergam de cada ponto. Quando duas vizinhas ficam quase na mesma direção, só uma ganha seta. A outra continua a um passo, pela panorâmica seguinte ou pela galeria.
Num showroom, isso também segue a lógica da loja. O visitante anda pelo corredor entre os carros, como andaria lá dentro, e não salta por cima deles.
Seu espaço tem muitos ambientes e o visitante se perde no tour? Mande a planta ou uma lista dos ambientes e o que o cliente mais procura. Respondemos em até 1 dia útil com uma proposta.
Para quem não quer andar: galeria e Todas as panorâmicas
Nem todo visitante quer caminhar pela loja. Muitos chegam ao tour querendo ver um carro só. Para eles, há dois atalhos.
A galeria inferior. Embaixo da tela, uma faixa de miniaturas com duas abas, Modelos em destaque e Ambientes. Um toque leva direto ao carro ou ao ambiente. Perto de um carro, a galeria mostra as vistas dele em botões: Frente, Lateral esq., Lateral dir., Trás e, nos carros com foto por dentro, Interna. No fim da faixa, um cartão fixo “Ver todas” abre o painel completo. A galeria recolhe com uma seta, para a panorâmica ocupar a tela.
Todas as panorâmicas. Um painel com tudo o que o tour tem, agrupado: primeiro os modelos, cada um com o número de vistas e um botão para cada uma, depois os ambientes da loja, como showroom, lounge, elétricos, Área M, BMW Lifestyle, Premium Selection, mezanino e área externa.

Um link para cada panorâmica
O endereço do tour muda a cada passo. Quem copia o link da barra do navegador, ou usa o botão “Copiar link da cena” da ficha técnica, abre o tour exatamente na panorâmica em que estava. O link em inglês leva o idioma junto.
Para o vendedor, isso vale mais que o tour inteiro. O cliente perguntou pelo banco de trás do i7? Em vez de mandar o tour e torcer para ele achar, o vendedor manda o link do banco de trás. A mesma lógica está em navegação no tour do decorado, em que o corretor manda o link direto de um cômodo.
Do Google Maps ao tour próprio, com a mesma captura
A BMW Osten Perdizes também tem 65 fotos 360° publicadas no Google Maps, da mesma captura. No Maps, o cliente que procura a loja pelo nome entra nela direto da busca, com as setas do próprio Google. Como funciona essa publicação está em como publicar um tour 360° no Google Maps.
O tour próprio parte do mesmo gesto e acrescenta o que o Maps não tem: os pontos com o nome do destino, a galeria, a direção mantida, os rótulos dos carros, a ficha técnica e o agendamento de test drive, tudo com a marca da concessionária. Um não substitui o outro, como explicamos em Google Maps e tour próprio: uma captura, dois papéis.
O que pedir na navegação do seu tour
- Setas no chão, para quem já conhece o Street View.
- Pontos com o nome do destino nas passagens, para quem não conhece.
- Panorâmicas alinhadas, para o olhar continuar para o mesmo lado a cada passo.
- Poucas ligações por panorâmica, as do caminho que se faz a pé.
- Atalhos para quem não quer andar: galeria e painel com todas as vistas.
- Link direto para cada panorâmica, para a equipe de vendas mandar a vista certa.
Para andar pelo showroom e testar os três jeitos de navegar, abra o tour da BMW Osten Perdizes (abre em nova janela). O que mais entra no tour de uma loja de carros está em tour virtual 360° para concessionária, e as regras para mostrar a ficha sem encher a tela, em ficha técnica no tour 360°.
O que entra em qualquer tour personalizado está na página de tour virtual 360°, e a publicação no Google, na de tour virtual no Google Maps. O tour é publicado em até 7 dias úteis depois da captura.
FAQ
Dúvidas frequentes
As setas do tour são as mesmas do Google Street View?
Funcionam do mesmo jeito: chevrons no chão em volta da câmera e uma seta que acompanha o mouse, apontando para as panorâmicas vizinhas. O desenho é outro, e no tour próprio a cor, os pontos com o nome do destino e o resto da interface seguem a marca do cliente.
Por que ter setas e pontos de navegação ao mesmo tempo?
Porque cada visitante tem um hábito. Quem já usou o Street View procura a seta no chão. Quem nunca usou entende melhor um ponto que diz para onde leva. Na BMW Osten Perdizes, o cliente pediu as formas juntas, e elas ficam em alturas diferentes da tela para não se cobrirem.
O visitante precisa andar pelo tour inteiro para chegar a um carro?
Não. A galeria inferior leva direto a cada modelo e a cada ambiente, e o painel Todas as panorâmicas mostra todas as vistas agrupadas, com atalhos para frente, laterais, traseira e interior de cada carro.
Dá para mandar o link de uma vista específica?
Dá. O endereço do tour muda a cada vista, e quem copia o link da barra ou usa o botão de copiar link abre o tour exatamente naquela panorâmica. O link em inglês leva o idioma junto.
As mesmas fotos servem para o Google Maps?
Servem. A BMW Osten Perdizes tem 65 fotos 360° publicadas no Google Maps, da mesma captura do tour. No Maps, a navegação é a do Google; no tour próprio, ela ganha os pontos com o destino, a galeria e a interface da marca.




